A Campus Party em números
Fevereiro 3, 2010, 3:58 pm
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A maior feira de internet e tecnologia do mundo, a Campus Party, iniciou no dia do aniversário de São Paulo, dia 25 de janeiro, e se estendeu durante uma semana, ou seja, seu término foi no dia 31 de janeiro.

Nos 45 mil metros quadrados que a feira ocupou, passaram por lá cerca de 10 mil pessoas, incluindo os 6 mil campuseiros, jornalistas, palestrantes, colaboradores, organização, patrocinadores, convidados e equipes de serviços. A Campus contou com 64 patrocinadores. Para cobertura, entre jornalistas e blogueiros, 1017 estavam cadastrados.

De visitantes, foi registrado um número de 90 mil pessoas. E para que todos pudessem usufruir da feira com a maior comodidade, foram usados 40 mil metros de cabos de rede; 20 mil metros de cabos de fibra ótica; 18 mil metros de cabos de rede elétrica.

A taxa de upload realizado no evento foi de 66%; a de download foi de 44% e as visitas ao site oficial registraram o número 180 mil durante os sete dias da feira. Além disso, as visitas ao blog oficial foram de 30 mil.

Foram mais de 900 pessoas envolvidas na organização desta feira. A campus contribuiu também para os empregos indiretos, que chegou a 2.700. E para manter todas essas pessoas, dentre colaboradores, campuseiros, blogueiros, jornalistas, enfim, todos os participantes, foram servidas 30 mil refeições, cerca de 13,5 toneladas de comida. Só de bebidas, água ou refrigerante no refeitório, foram 5,4 mil litros. E para tudo isso, foram usados quase 5,4 mil metros de papel higiênico.

ATIVIDADES

A feira ofereceu ainda várias oficinas, cursos e palestras. Veja a contagem:

– Número de atividades: 553 (cerca de 700 horas)

– Inscritos por zona:
Criatividade – 2.124 (35,4%)
Inovação – 2.046 (34,1%)
Entretenimento Digital – 1.188 (19,8%)
Ciência – 636 (10,6%)

– Áreas com maior número de inscritos:
• Blog (19,1%)
• Desenvolvimento (18,2%)
• Jogos (15,1%)

CAMPUSEIROS

– Campuseiros acampados: 3.877
– Homens: 4.448 (74,8%)
– Mulheres: 1.552 (25,2%)
– Menores de 18 anos: 480 (8%)
– Entre 18 e 29 anos: 4.080 (68%)
– Entre 30 e 49 anos: 1.200 (20%)
– Maiores de 50 anos: 240 (4%)
– Inscritos com computador: 3.900 (65%); destes, 76,2% com computador portátil
– Por Estado: inscritos dos 27 Estados
– Estados com maior número de inscritos: São Paulo (58%), Rio de Janeiro (17,2%) e Minas Gerais (9,6%)
– Por país: 20 países, entre os quais Colômbia, México, Espanha, Suécia, Peru, Guatemala, França, Chile e Argentina;



A fotografia vivenciada – Oficina de Fotografia com o celular
Fevereiro 2, 2010, 7:14 pm
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Entre tantas oficinas realizadas na Campus Party, uma sobre tratamento de
fotos no photoshop e  para deixar imagens com cara de profissional, foi a que mais chamou a atenção dos participantes. Inclusive de dos Agentes de Comunicação. Confira como foi a impressão:

Na feira podemos conferir várias oficinas, mas a sobre tratamento de fotos foi a que mais chamou minha atenção, digirida pelo fotógrafo, com mais de 10 anos de profissão, Murilo Medina, “Fotografia no Celular.”

Você pode pensar: mas a câmera do meu celular é tão ruinzinha, as fotos
saem embaçadas… O que esse fotógrafo pensou quando resolveu dar uma
oficina de fotografia justo com a câmera do celular?

Segundo Murilo, atualmente a fotografia é muito presente. “Há câmeras digitais de todos os preço e para todos os  bolso. Não é mais como antigamente onde bater a foto era só o primeiro passo para registrar o aniversário de seu primo, depois era hora de abrir a caixinha de surpresa com o filme revelado e ver se você enquadrou bem”, explica.

Tirando isso como exemplo, o fotógrafo explicou que a câmera digital acabou com essa expectativa e trouxe uma tecnologia que nos faz experimentar. “É só tirar a foto e se não gostar, apaga e o melhor é que não
pagamos por aquela foto que ficou ruim”, ressaltou.

Murilo disse que a câmera digital do celular vai muito além disso. “Por ser integrada não pesa na bolsa e com ela você pode registrar fatos do momento como algo que aconteceu na volta do trabalho e a câmera digital não estava lá . Com o celular o que preocupa não é a luz direta ou o ângulo, e sim o instante a ser registrado”.

Ainda segundo Murilo, devemos deixar de lado um pouco o conceito de que foto é informação e considerarmos que foto é grafismo, sendo que o que importa são as formas, as cores e a sensação do momento.



Vida de Campuseiro-Perfil 4
Fevereiro 2, 2010, 7:10 pm
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Daniele Cristina de Oliveira é blogueira de Uberlândia, Minas Gerais, e
veio para São Paulo participar da Campus Party pela segunda vez. É formada em Publicidade e Propaganda, mas a gastronomia é seu verdadeiro amor.

Na Campus Party, já é conhecida como a menina das cerejas, pois na
primeira vez que ela participou do evento saiu pela arena com um avental
e uma cesta cheia de cerejas, que é símbolo de seu blog, para serem distribuídas.

Incentivada pela família, em 2008 Daniele resolve abrir uma conta no
blogspot onde compartilha suas primeiras receitas de pratos que fazem
sucesso em almoços que prepara para família e amigos.

Hoje, o blog virou um site, Cozinha Travessa, e faz o maior sucesso na
rede. Segundo Dani, seu maior público são os homens e pessoas que vivem
sozinhas e geralmente querem receitas gostosas, diferentes e fáceis de
preparar.

Há pouco tempo, Danielle esteve em Santiago no Chile e quando voltou para
casa a primeira coisa que fez foi preparar um prato conhecido lá: Filé
Mignon recheado com salmão. Como não tinha às mãos o salmão, Dani o substituiu por bacalhau e o prato ficou tão bom quanto a receita original.

É assim em tudo, Dani é criativa e gosta de inventar, acrescentar e dar o seu toque nas coisas que faz. No Cozinha Travessa,  o layout é em 3D. Diferente de outros blogs e sites de culinária, tem a Dani na cozinha e foi produzido por ela com a ajuda de seu marido. Lá você encontrará receitas de comida árabe, indiana, mexicana e até comida light para quem está de dieta. Se você gosta de apreciar vinhos, no Cozinha Travessa você vai encontrar dicas de vinhos
que a Dani provou e aprovou.

E não é só isso. Além de receitas, Dani dá dicas de livros e trabalhos manuais que ela fez e que pode inspirar você a fazer.

É isso aí. Na Campus Party, além de conhecer as mais novas tecnologias, também pude conhecer pessoas que estão online na rede, offline – na vida real.

Priscila C. Ribeiro
Agente de Comunicação



Vida de Campuseiro – Perfil 3
Janeiro 30, 2010, 8:57 pm
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Conupaty Abaeté Tupinambá, 20 anos, multiplicador cultural na sua aldeia, localizada no sul da Bahia, aldeia Tupinambá e integrante da rede “índios online – uma rede de comunicação entre os povos indígenas”, que visa difundir a cultura das diversas tribos.

Este projeto também visa desconstruir a visão que se mantem na sociedade do índio primitivo, exótico. “Esperaria mais da campus Party, um evento como esse deveria estar promovendo mais debates e ter mais divulgação da diversidade cultura brasileira. Um projeto de inclusão digital como este teria que ter mais pessoas envolvidas, não só gente que tem dinheiro, com uma boa classe social”, afirma.  “Viemos na ‘cara e na coragem’, lutamos muito para estar aqui, mas, em compensação, outras redes que também trabalham exatamente com isso não puderam estar presentes, pois não têm pessoas que acreditem nelas”, diz.

Gostou dos projetos que Conupaty? Participa ou gostaria de saber mais? Acesse: www.indiosonline.org.br

Evelyn Kazan

Agente de Comunicação



Vida de campuseiro – Perfil 2
Janeiro 30, 2010, 8:27 pm
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Felipe Bastos 17, estudante, mora em Itaquera – São Paulo e pela primeira vez vem à Campus Party.

“ Vim com meu pai, meu irmão e me tio. Como todos nós trabalhamos ou estudamos na área de informática e tecnologia, a Campus está sendo uma ótima fonte de aprendizagem e de diversão também”, conta o estudante. “A tecnologia, tem um papel muito importante no mundo: ela facilitar a comunicação entres as pessoas e o auxilia no seu desenvolvimento”.

Felipe conta que assim que terminar o ensino médio, pretende entra na faculdade de Sistema de Informação e, mais para frente, almeja ianda se especializar em DBA – Administrador de Banco de Dados.

Ele falou que gostou muito das palestras e que todas que assistiu fpo muito proveitosas. “A mais interessante foi a de Desenvolvimento. Adoro robótica, mas confesso que não entendi muita coisa da palestra, prefiro ver os robôs prontos”, salientou.

Outro ponto interessante destacado por Felipe foi o camping. “Acampar foi muito divertido, mas é pra quem não tem muita frescura. Aqui de noite  é muito agitado, hoje mesmo não consegui dormi com tanta gritaria”, ressaltou o campuseiro.

Denise Alves



Prefeito Kassab visita a Campus
Janeiro 30, 2010, 8:22 pm
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A Campus Party não serviu apenas para mostrar as grandes novidades da tecnogia, as diversas formas de comunicação digital ou a interação virtual entre os participantes. A Secretaria de Participação e Parceria deu oportunidade para jovens que sonham em seguir a carreira de jornalista e colocou os Agentes Comunitários de Comunicação para cobrir o evento. Confira como foi o desempenho da estudante Evelyn Kazan: 

O prefeito Gilberto Kassab visitou o Campus Party  no penúltimo dia de feira. Em sua visita, ele passeou por diversos estandes, inclusive o nosso (da SMPP). Tive a oportunidade de entrevistá-lo e  perguntei qual era a importância da Prefeitura de São Paulo na Campus Party.

Kassab respondeu que o importante não é a participação, e sim a colaboração e o apoio da Prefeitura de São Paulo nesse evento de grande porte e dimensão da tecnologia. “É sempre importante apoiar eventos e feiras que dão uma atenção à educação, além de trazer várias novidades tecnológicas com um visão futurita”, afirmou o prefeito de São Paulo

Evelyn Kazan

Agente de Comunicação



SENADORA MARINA SILVA NA CAMPUS
Janeiro 29, 2010, 7:11 pm
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Lembram sobre a matéria sobre o Batismo Digital? Pois então, a Senadora e pré-candidata à presidência da República Marina Silva participou de um dos grupos que passaram pelo curso e veio ao estande da Prefeitura para conhecer os projetos e garantir seu certificado.

Após passar pelo o “Batistério” Digital, nome que ela própria usou para se referir ao certificado, a estudante e Agente Comunitária de Comunicação Danielle de Jesus teve oportunidade de entrevistá-la:

Eu perguntei à senadora se estava gostando da Campus. Marina afirmou que até o momento que passou pela feira, só pode conhecer o batismo. “Vim pegar meu certificado. Gostei bastante dessa iniciativa”, garantiu.

Perguntei também se ela acamparia como os campuseiros. De imediato, Marina sorriu e disse que acampar é só pra quem gosta muito de tecnologia.

Após a entrevista, Marina Silva foi conhecer o restante da feira já certificada pelo Batismo Digital, ou seja, um pouco mais especializada no assunto.

Danielle de Jesus

Agente Comunitário de Comunicação